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| Rayssa Miranda tinha 29 anos e tratava uma possível endometriose quando passou mal ao chegar ao hospital, em Portugal — Foto: Reprodução/Instagram Rayssa Miranda |
A Tragédia do Diagnóstico Tardio da Endometriose
O Custo da Demora
Você sabia que, em média, uma mulher pode levar até mais de 10 anos para receber o diagnóstico correto de endometriose? Uma década inteira convivendo com dores debilitantes, com a incerteza e, no pior cenário, com o risco de complicações graves. A história de Rayssa Miranda, uma jovem goiana de apenas 29 anos que faleceu em Portugal após uma suspeita da doença, é um alerta doloroso sobre a urgência de encarar a endometriose não apenas como uma "cólica forte", mas como uma condição crônica e complexa que exige atenção e diagnóstico precoce.
Endometriose: De Suspeita a Tragédia em Portugal
Rayssa Miranda, de 29 anos, estava em tratamento sob suspeita de endometriose e tinha uma consulta marcada para entregar os resultados dos exames. Infelizmente, a jovem começou a passar mal no estacionamento do hospital, onde foi constatada uma hemorragia. Encaminhada para uma cirurgia de urgência, ela sofreu uma parada cardíaca, levando-a ao óbito. O caso, que gerou grande comoção entre familiares e amigos que aguardavam sua visita ao Brasil, ilustra o quão traiçoeira e grave essa doença pode se manifestar em momentos críticos.
O Que Precisamos Saber: Os Fatos Médicos e a Urgência do Diagnóstico
A endometriose é uma doença que afeta cerca de 10% a 15% das mulheres em idade reprodutiva (Nenhuma Mulher fica para trás) e consiste no crescimento da camada que reveste o útero (o endométrio) fora da cavidade uterina, o que provoca inflamações crônicas.
A ginecologista Francine Pereira ressalta que o principal sintoma é a dor pélvica crônica, mas os sinais incluem:
Cólica menstrual intensa.
Dor pélvica.
Dor durante a relação sexual.
Infertilidade (onde as chances da doença aumentam para 50%).
Problemas intestinais e urinários.
O Alerta da Especialista:
A médica destaca a complexidade da doença: "Na maioria das vezes, a doença causa dor pélvica crônica, que é o principal sintoma que a endometriose causa. Ela é uma doença inflamatória, pode causar a aderência de órgãos, atingir o intestino, vias urinárias e causa obstrução quando avançada."
E, embora o caso de Rayssa seja uma exceção trágica, a ginecologista explica as situações de risco: "São doenças distintas [endometriose e adenomiose], que podem vir separadas, mas em alguns casos elas podem vir em conjunto. E quando ela tem uma hemorragia ou sangramento vaginal que coloca a vida em risco, isso necessita de um tratamento cirúrgico.
É imperativo reconhecer que a demora no diagnóstico tem um alto custo físico e emocional. A história de Rayssa é um poderoso lembrete para todas as mulheres: a dor crônica e os sintomas não são "normais".
Embora seja uma doença crônica e "A endometriose tem controle, não tem cura", o caminho para a qualidade de vida é o tratamento. O controle, segundo a Dra. Francine, acontece por meio do tratamento clínico com o bloqueio hormonal e, principalmente, a mudança do estilo de vida com dieta e atividade física.
Não espere! Se você sente cólicas intensas ou dor pélvica crônica, busque um especialista. Seu bem-estar e sua vida dependem da sua proatividade.
Faça o seu, conte sua história
Cadastro Nacional de Mulheres Portadoras de Endometriose

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This moment feels deeply personal. What started as a story has been carried by so many — and now it can reach millions more people around the world who need to see it.
We’re so grateful to the partners, advocates, and mentors who believed in this film and helped bring it to life — this moment truly belongs to all of you - and eternal gratitude to Jenneh Rishe BSN, RN Kyung Jeon-Miranda Emily (Hatch) Manwaring Laura Cone who bravely bared their souls and invited us all into their lives in the hope that more people understand the impact of this disease.
If you’ve been waiting to watch — now’s the time. And if you’ve seen it, please share it with someone who needs it.
Special thanks to Heather Guidone, BCPA Laura Evans Manatos Ken Sinervo Nancy Petersen Louise King Casey Berna, LCSW sallie sarrel Iris Kerin Orbuch who have helped guide this work with wisdom, compassion, and an unwavering commitment to changing the future of women’s health.